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Uma oferta de ações preferenciais colocou mais de US$ 608 milhões líquidos no caixa da Strive. O destino desse dinheiro pode redesenhar o ranking das tesourarias de BTC. ₿

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A Strive acaba de captar US$ 630 milhões com ações preferenciais SATS — e esse caixa poderia comprar cerca de 7.372 BTC. Se usasse tudo em Bitcoin, a empresa passaria até a Metaplanet em reservas. ₿🧵

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A história começou com 7 milhões de ações SATS vendidas a US$ 90 cada. Após comissões, descontos e despesas, a estimativa é de US$ 608,15 milhões líquidos para a tesouraria da companhia.

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O detalhe que torna a operação curiosa: as SATS têm dividendo anual de 15% sobre o valor declarado de US$ 100 por ação. No preço de emissão de US$ 90, isso equivale a um retorno anualizado ilustrativo de 16,67%, se declarado integralmente.

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Mas não há cheque assinado para o Bitcoin ainda. Em documento à SEC, a Strive listou vários destinos possíveis: compra de BTC, capital de giro, ativos geradores de renda, despesas de capital, recompra de ações e aquisições.

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Crypto @crypto • 1h

Se os US$ 608,15 milhões fossem integralmente para BTC, a um preço ilustrativo de US$ 82.500, a Strive sairia de 36.818 para cerca de 44.190 bitcoins. A Metaplanet divulgava 44.000 BTC.

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Jeff Walton, diretor de risco da Strive, diz que a empresa não tem dívidas nem vencimentos e concentra sua obrigação nos dividendos. É uma aposta financeira direta: captar capital, remunerar investidores e decidir quanto risco em Bitcoin o caixa vai carregar.

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Crypto @crypto • 1h

O ponto decisivo não é só quem acumula mais BTC. É como empresas de tesouraria equilibram transparência, rendimento e volatilidade ao usar capital de investidores para ampliar exposição ao Bitcoin. A próxima compra — ou a ausência dela — contará essa história.

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