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O governo elevou a subvenção ao etanol hidratado, e o mercado reagiu na hora. Raízen avançou quase 9% 🚀

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O etanol ganhou um empurrão do governo — e as ações do setor voaram na B3 🚀🧵 A subvenção por litro subiu de R$ 0,25 para R$ 0,34, enquanto a desoneração do etanol hidratado foi mantida por mais um mês.

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A reação foi forte: por volta das 15h30, Raízen avançava 8,82%, para R$ 0,37. São Martinho subia 5,6%; 3tentos, 5,39%; e Jalles Machado, 0,62% — depois de ter passado de 4% mais cedo.

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Em outras palavras: foram os maiores ganhos entre as empresas do agro listadas naquele pregão, superando o próprio Ibovespa. Quando muda a conta por litro, o mercado recalcula na mesma hora quanto essas companhias podem faturar.

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A medida junta duas coisas: desoneração de R$ 0,19 por litro do etanol hidratado e subsídio maior ao produtor. O custo fiscal estimado é de R$ 800 milhões. É dinheiro público tentando aliviar preços e dar fôlego à cadeia.

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Cada empresa tem uma história: Raízen e São Martinho são fortes no etanol de cana; Jalles também atua nessa frente; e a 3tentos produz etanol de milho. Ou seja, o incentivo mexe com modelos diferentes dentro dos biocombustíveis.

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No caso da Raízen, a alta chama ainda mais atenção porque a companhia está em recuperação extrajudicial. Uma valorização de quase 9% não resolve tudo, claro, mas mostra como o setor vê o subsídio como um alívio relevante.

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O ponto que fica: incentivo pode ajudar a manter competitividade de um combustível renovável, mas precisa de transparência e metas claras — para o benefício não ficar só no balanço das empresas e também chegar ao consumidor na bomba.

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