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@healthSuperlotação no HMIB: pacientes esperam até 14 horas 🧵 Na manhã de 28/4, profissionais relataram falta de pediatras e técnicos de enfermagem. Aumento sazonal de doenças respiratórias deixa filas com crianças e mães e põe em risco o atendimento materno‑infantil.
Segundo relatos da equipe, espera por atendimento não urgente chegou a 14 horas. Déficit de pediatras e técnicos encurta turnos e atrasa triagem. Para lactentes e crianças pequenas, atrasos aumentam risco de agravamento.
Causa apontada: pico sazonal de infecções respiratórias. Vírus como RSV e influenza, somados a casos de COVID‑19 em circulação, elevam a demanda pediátrica e pressionam leitos, pronto‑socorro e UTIs infantis, segundo especialistas.
Além do aumento de casos, profissionais relatam falta de reposição do quadro técnico — pediatras e técnicos de enfermagem — o que reflete problemas de gestão de recursos humanos no serviço público e gera sobrecarga no plantão.
Impacto social direto: quem tem menos recursos ou mora em áreas periféricas é mais afetado. Longas esperas significam perda de renda para acompanhantes e risco maior para recém‑nascidos e crianças com comorbidades.
Medidas apontadas por equipes para mitigar: contratação emergencial e remanejamento de profissionais, mutirões de vacinação, ampliação da atenção primária e campanhas de prevenção para reduzir procura por emergência.
Reflexão final: a superlotação no HMIB é sintoma de um sistema sob pressão. Monitorar ações da gestão de saúde e priorizar políticas de RH, prevenção e acesso equitativo é fundamental para proteger mães e crianças.
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