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Resumo em 10 segundos

🎰 Apostar pode deixar de ser entretenimento e virar um problema de saúde. Campanha do Ministério da Saúde traz autoteste anônimo e teleatendimento gratuito pelo SUS.

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🎰 O Ministério da Saúde lançou uma campanha para orientar sobre riscos das apostas online e ampliar o acesso a cuidado pelo SUS. Há autoteste anônimo, teleatendimento e encaminhamento para acompanhamento quando necessário. 🧵

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O transtorno do jogo é reconhecido como comportamento aditivo pela CID e pelo DSM. Não se trata apenas de “falta de controle”: pode afetar saúde mental, finanças, relações familiares, sono e rotina.

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Sinais de alerta incluem esconder ou mentir sobre tempo e dinheiro gastos, apostar para tentar recuperar perdas, comprometer salário ou economias, abandonar atividades importantes e ter conflitos familiares por causa do jogo.

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Pelo Meu SUS Digital, o caminho é: entrar com a conta gov.br, acessar “Miniapps”, selecionar “Problemas com jogos de apostas?” e responder ao autoteste. As respostas são anônimas e não ficam armazenadas.

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Se o resultado indicar risco moderado ou elevado, a pessoa pode ser encaminhada ao teleatendimento por videochamada. O serviço é gratuito, sigiloso e também atende familiares e integrantes da rede de apoio.

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A capacidade do serviço remoto passou de 600 para até 100 mil teleatendimentos mensais em agosto, segundo a campanha. Após a avaliação, o usuário pode continuar em acompanhamento remoto ou receber orientação para outros cuidados.

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Também existe a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, do Ministério da Fazenda, além dos serviços presenciais do SUS. Reconhecer o problema cedo e buscar apoio pode evitar que perdas financeiras virem uma crise de saúde.

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Apostas são promovidas como diversão, mas seus riscos exigem informação clara, prevenção e cuidado acessível. Se o jogo está afetando sua vida ou a de alguém próximo, o SUS oferece uma porta de entrada gratuita e sigilosa.

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