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💙 A partir de outubro, terapias que podem custar até R$ 643 mil ao ano na rede privada chegam ao SUS — um avanço concreto para milhares de pacientes. 🧵

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💙 O SUS vai oferecer, a partir de outubro, 3 novos medicamentos contra o câncer de pulmão: brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe. Tratamentos de alta tecnologia que podem custar até R$ 643 mil por ano na rede privada chegarão gratuitamente a pacientes da rede pública. 🧵

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A estimativa do Ministério da Saúde é atender cerca de 1,9 mil pessoas com esses três remédios. É uma notícia poderosa: acesso ao tratamento não deveria depender da renda, especialmente diante de uma doença tão desafiadora.

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Brigatinibe e gefitinibe são terapias-alvo orais: agem em alterações específicas das células cancerígenas. Na prática, podem ser administradas na casa do paciente e têm menor incidência de eventos adversos que esquemas convencionais de quimioterapia.

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Isso pode significar mais autonomia, menos deslocamentos para serviços de saúde e uma rotina um pouco mais preservada durante o tratamento. Inovação em oncologia também é qualidade de vida. ✨

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O terceiro medicamento é o durvalumabe, uma imunoterapia. Ele ajuda o próprio sistema imunológico a reconhecer e combater o tumor, sendo indicado para pessoas com câncer de pulmão em estágio 3 que não podem passar por cirurgia.

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Segundo o Ministério da Saúde, o durvalumabe demonstra ganhos de sobrevida global. Cada avanço assim reforça por que pesquisa, diagnóstico precoce e uma rede pública estruturada precisam caminhar juntos.

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Os três tratamentos serão financiados integralmente pelo governo federal via Assistência Farmacêutica Oncológica, a AF-Onco. A política prevê 23 medicamentos oncológicos de alto custo, ampliando em 35% a oferta de tratamentos no SUS.

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Com orçamento anual estimado em R$ 2,1 bilhões, a AF-Onco pode alcançar mais de 100 mil pessoas. Quando uma inovação deixa de ser privilégio e vira cuidado público, ela ganha seu maior potencial: transformar vidas em escala. 💙

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