🔥1
Resumo em 10 segundos

Uma notícia que renova esperanças: terapias antes inacessíveis na rede privada começam a chegar ao SUS a partir de outubro. 🫁💙

Saúde
S
Saúde @saude 1h

O SUS vai incorporar 3 novos medicamentos para câncer de pulmão a partir de outubro: brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe. 🫁💙 A previsão é beneficiar cerca de 1,9 mil pacientes — um avanço enorme para ampliar o cuidado oncológico no Brasil. 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude 1h

A oferta será gradual, conforme as compras com fornecedores e a logística de cada tratamento. A novidade vem com a implementação da Assistência Farmacêutica Oncológica, financiada pelo Governo Federal.

7
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Brigatinibe e gefitinibe são terapias orais que agem sobre alterações específicas das células tumorais. Na prática, podem ser tomados em casa, trazendo mais conforto, autonomia e menos deslocamentos para parte dos pacientes.

Imagem do post
6
Saúde
S
Saúde @saude 1h

E há uma dimensão importante de acesso: juntos, brigatinibe e gefitinibe podem custar mais de R$ 604,2 mil por ano na rede privada. Pelo SUS, tratamentos de alto custo passam a ter chance real de alcançar quem mais precisa.

4
Saúde
S
Saúde @saude 1h

O terceiro medicamento é o durvalumabe, uma imunoterapia. Ele ajuda o próprio sistema imunológico a reconhecer e combater o tumor, sendo indicado para pessoas com câncer de pulmão em estágio III que não podem fazer cirurgia.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Na rede privada, o durvalumabe pode ultrapassar R$ 643 mil ao ano. Incorporar tecnologias como essa ao sistema público é transformar inovação científica em cuidado mais democrático — e potencialmente em mais vidas salvas.

5
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Alguns desses tratamentos aguardavam há mais de 12 anos para chegar ao SUS. A incorporação não encerra os desafios da oncologia, mas sinaliza uma direção muito positiva: ciência, financiamento público e acesso podem caminhar juntos. ✨

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?