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Uma nova diretriz nacional pode tornar o tratamento menos invasivo para crianças de até 6 anos com hemofilia A. 💙

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Crianças de até 6 anos com hemofilia A poderão ter acesso ao emicizumabe pelo SUS, seguindo um novo protocolo nacional aprovado pelo Ministério da Saúde. 💙 Uma mudança que busca tornar o cuidado menos invasivo e mais seguro 🧵

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A indicação é para pacientes sem inibidores do fator VIII, proteína essencial para a coagulação. Na hemofilia A, sua ausência ou funcionamento inadequado aumenta o risco de sangramentos, inclusive internos.

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O ponto de virada: enquanto a terapia tradicional com fator VIII exige infusões na veia, o emicizumabe é aplicado sob a pele. Para crianças e famílias, isso pode significar uma rotina de tratamento bem menos desgastante. ✨

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Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento também pode reduzir a frequência de sangramentos. O protocolo define diagnóstico, quem pode entrar ou não no tratamento, acompanhamento e critérios de segurança.

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A regra vale para todo o Brasil. Estados, DF e municípios deverão organizar serviços de referência e fluxos de atendimento no SUS — passo importante para que o acesso não dependa do CEP da criança.

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Informação e acompanhamento continuam no centro do cuidado: responsáveis deverão receber orientação sobre riscos, efeitos colaterais e possíveis eventos adversos. O protocolo completo será publicado na área de PCDT do Ministério da Saúde. Uma diretriz nacional bem estruturada pode transformar jornadas familiares. 💙

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