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🩺 Novos tratamentos oncológicos começam a chegar ao SUS e podem beneficiar mais de 116 mil pessoas. Veja o que muda — e por que cada indicação importa.

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O SUS começou a ofertar 9 medicamentos contra o câncer, com potencial para beneficiar mais de 116 mil pacientes. 🩺🧵 A medida inclui tratamentos para tumores de mama, próstata, pulmão, rim e estômago, além de linfomas e leucemia.

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O ponto principal: não é um remédio “para qualquer câncer”. Cada tratamento tem critérios técnicos — tipo de tumor, estágio da doença, marcadores no exame e histórico clínico. A indicação deve ser feita pela equipe de oncologia.

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Entre os destaques está o abemaciclibe, para casos específicos de câncer de mama inicial, com receptores hormonais positivos, HER2 negativo e comprometimento de linfonodos. Na rede privada, o tratamento pode chegar a R$ 366 mil, segundo o governo.

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Outro exemplo é o trastuzumabe. Já usado pelo SUS no câncer de mama, ele passa a ter uso ampliado para determinados casos de câncer de estômago ou da junção esofagogástrica. É a medicina de precisão entrando em mais protocolos públicos.

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Também estão entre os tratamentos anunciados: lanreotida para tumores neuroendócrinos; pazopanibe para câncer renal metastático; rituximabe para leucemia linfocítica crônica e linfomas; abiraterona para casos específicos de câncer de próstata; e gefitinibe para indicações definidas de câncer de pulmão.

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A distribuição começa em 20 centros de tratamento, em 17 estados, com previsão de expansão até dezembro. O Ministério da Saúde ainda não detalhou quais hospitais receberão os medicamentos nesta primeira fase — informação essencial para pacientes e famílias se orientarem.

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O investimento anual previsto é de R$ 155,4 milhões. Mais do que um número, isso mostra o papel do SUS em reduzir a distância entre tratamentos de alto custo e quem precisa deles. No câncer, acesso no tempo certo também é parte do tratamento.

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