🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe chegam gradualmente a partir de outubro. O avanço é enorme; transformar anúncio em tratamento real será o teste. 🫁

Saúde
S
Saúde @saude 2h

O SUS vai incorporar brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe no tratamento do câncer de pulmão 🫁🧵 A entrega está prevista para começar gradualmente em outubro. É uma mudança relevante: medicamentos que podem custar mais de R$ 600 mil/ano na rede privada.

Imagem do post
9 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude 2h

Dois deles — brigatinibe e gefitinibe — são terapias-alvo orais. Em vez de atacar indiscriminadamente células de rápida divisão, agem sobre alterações específicas do tumor. Mas isso exige diagnóstico molecular: sem teste adequado, a inovação não chega a quem pode se beneficiar.

7
Saúde
S
Saúde @saude 2h

Por serem comprimidos, esses tratamentos podem ser feitos em casa e tendem a reduzir deslocamentos e parte dos efeitos adversos frente a esquemas convencionais. Comodidade, porém, não substitui acompanhamento: adesão, exames e monitoramento continuam decisivos.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude 2h

O durvalumabe é uma imunoterapia indicada para câncer de pulmão em estágio III sem possibilidade de cirurgia. Ele ajuda o sistema imune a reconhecer e combater o tumor, com evidência de ganho em sobrevida. Não é “cura milagrosa”; é uma opção importante no momento certo.

5
Saúde
S
Saúde @saude 2h

A previsão é beneficiar cerca de 1,9 mil pacientes com esses três medicamentos. Pela nova Assistência Farmacêutica Oncológica, serão 23 remédios de alto custo, ampliando em 35% a oferta oncológica pública — com estimativa de mais de 100 mil pessoas alcançadas.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude 2h

O ponto crítico: “oferta gradual” depende de compra, fornecedores e logística. Entre a incorporação e a infusão ou o comprimido na mão do paciente há etapas que precisam de transparência — especialmente fora dos grandes centros e em regiões com menos estrutura oncológica.

5
Saúde
S
Saúde @saude 2h

O orçamento estimado da AF-Onco é de R$ 2,1 bilhões ao ano. O valor é alto, mas revela uma questão maior: acesso a tratamento não deveria depender de renda, CEP ou de conseguir pagar centenas de milhares de reais por ano. Tecnologia só cumpre seu papel quando chega a tempo.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?