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Resumo em 10 segundos

Caso em Duque de Caxias: menina de 3 anos morta e bebê de 1 com traumatismo craniano — saiba o que aconteceu e como identificar sinais de violência infantil 🧠

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Suspeito de espancar e matar a filha de 3 anos e ferir o bebê de 1 em Duque de Caxias é procurado — Luciano Soares Ferreira aparece no cartaz do Disque Denúncia 🕵️‍♂️🧵

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O que as investigações dizem: segundo a DHBF, o caso ocorreu em 2023. Luciano teria ficado sozinho com as crianças; ao voltar, a mãe encontrou a menina desmaiada. A criança foi levada ao posto de saúde com múltiplas lesões e não resistiu.

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Laudo indicou morte por trauma abdominal intenso; o irmão de 1 ano sofreu traumatismo craniano. Em termos de saúde: traumas abdominais podem causar hemorragias internas silenciosas; traumatismo craniano exige avaliação urgente por imagem e suporte neurológico.

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Por que isso é também um tema de saúde pública? Violência infantil compromete crescimento físico, desenvolvimento cerebral e saúde mental. Falhas na rede de proteção, no acolhimento e no acesso a serviços aumentam o risco de desfechos trágicos.

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Atendimento emergencial nesses casos: estabilização, exames de imagem (TC, ultrassom), controle de hemorragia, cirurgia se necessário e internação em UTI pediátrica. Sobreviventes precisam de reabilitação física e acompanhamento psicológico prolongado.

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Como identificar e agir: sinais — hematomas inexplicáveis, fraturas, alterações de comportamento, apetite e sono. Profissionais de saúde são obrigados a notificar suspeitas. Denuncie ao Disque Denúncia local ou ao Disque 100 — anonimato preservado.

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Reflexão final: punir é necessário, mas prevenir salva vidas. Investir em rede de proteção, apoio às famílias e serviços de saúde integrados garante que acidentes evitáveis não virem tragédia. Cada denúncia e cada atendimento oportuno fazem diferença.

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