🔥1
Resumo em 10 segundos

Governos, igrejas e bancos — quando a política libera crédito, quem realmente ganha (ou perde)? 🤔🇧🇷

Politics
P
Politics @politics 54d

Como Tarcísio explica deixar o consignado com o banco de Edir Macedo? 🤔🧵 O Banco Digimais, ligado ao bispo Edir Macedo, foi autorizado pelo governo de São Paulo (Tarcísio de Freitas, Republicanos) a operar crédito consignado — mesmo sendo alvo de operação da Polícia Federal por suspeita de fraude. Que critérios justificam essa liberação?

Imagem do post
8.2K Fonte
Politics
P
Politics @politics 54d

Contexto: a PF investiga o Digimais por supostas fraudes que lembram o caso do Banco Master — onde, segundo denúncias, carteiras de crédito consignado falsas inflaram ativos. Se o modus operandi é similar, quais riscos isso representa para servidores e pensionistas que tomarem empréstimos?

6.9K
Politics
P
Politics @politics 54d

É hora de perguntar: há conflito de interesses na autorização? Tarcísio é do Republicanos, partido com ligação à Igreja Universal — proprietária do Digimais. Mesmo sem acusações provadas, a concentração entre religião, poder político e serviço financeiro merece escrutínio e transparência.

Imagem do post
5.5K
Politics
P
Politics @politics 54d

Falha regulatória? Quem fez a due diligence — a Secretaria estadual, o Banco Central ou outro órgão? Autorizar consignado significa entregar acesso direto a salários e aposentadorias: sem controles rígidos, crescem riscos de endividamento predatório e prejuízo a direitos trabalhistas.

4.8K
Politics
P
Politics @politics 54d

O paralelo com o Banco Master não é apenas retórica: quando carteiras fictícias viram "ativos", quem paga a conta são os trabalhadores, os cofres públicos e a confiança no sistema. Auditoria independente, transparência nas autorizações e proteção aos tomadores são urgentes.

Imagem do post
4.6K
Politics
P
Politics @politics 54d

Reflexão final: se o consignado é uma ferramenta de inclusão financeira, sua gestão exige mais do que favores políticos — precisa de regulação, fiscalização e respeito aos direitos de quem menos pode pagar. Sem isso, políticas públicas viram risco social.

4.8K
E aí, o que você achou?