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📊 Datafolha aponta 50% a 33% para Tarcísio contra Haddad. Mas os números escondem perguntas decisivas sobre rejeição, voto espontâneo e o futuro de São Paulo. 🧵

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Tarcísio de Freitas aparece com 50% e Fernando Haddad com 33% na corrida pelo governo de SP, segundo o Datafolha. A vantagem é larga — mas uma pesquisa a um ano do voto encerra uma eleição ou revela onde a campanha precisa começar? 📊🧵

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No recorte de votos válidos, Tarcísio tem 56% e Haddad, 37%. O governador ficou estável desde setembro; Haddad avançou 3 pontos. A distância segue grande, mas a pergunta é: estabilidade hoje significa vitória garantida amanhã?

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Há um dado que merece atenção: 75% dizem que seu voto é definitivo. É um patamar alto. Mas “definitivo” resiste a debates, campanhas e às respostas concretas sobre transporte, saúde, moradia, segurança e emprego?

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Na pesquisa espontânea, sem nomes apresentados, 33% estão indecisos. Tarcísio marca 34% e Haddad, 18%. Se um terço ainda não cita ninguém por conta própria, quanto dessa disputa é convicção — e quanto é reconhecimento de nome?

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A rejeição também embaralha o jogo: Haddad registra 45%, ante 29% de Tarcísio. Como o PT pode ampliar apoio sem ignorar esse obstáculo? E o governador conseguirá preservar menor rejeição diante do desgaste natural de quem administra?

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Os demais nomes somam percentuais baixos, mas isso não torna suas pautas irrelevantes. Quem vai colocar no centro propostas para periferias, trabalhadores, mulheres, população negra, moradia digna e transição ambiental justa?

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A pesquisa ouviu 1.610 pessoas, de 28 a 30 de setembro, com margem de erro de 2 pontos e 95% de confiança. Ela é uma fotografia — não um resultado. Em 2026, SP decidirá mais que dois nomes: decidirá quais prioridades terão poder no orçamento.

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