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🚍 Bruno Reis diz apoiar a gratuidade, mas cobra definição sobre quem financiará a medida em Salvador.

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🚍 Tarifa zero aos sábados e domingos em Salvador custaria cerca de R$ 192 milhões por ano, segundo o prefeito Bruno Reis. Ele afirma apoiar a proposta, mas questiona de onde sairão os recursos. 🧵

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Em entrevista durante entrega de obras em Brotas, nesta terça-feira (20), o prefeito calculou o custo mensal em R$ 16 milhões para liberar as catracas durante todo o fim de semana.

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A conta apresentada: a prefeitura já destina aproximadamente R$ 4 milhões por mês ao Domingo é Meia, programa que reduz a tarifa aos domingos. Gratuidade integral no domingo elevaria esse valor para R$ 8 milhões mensais.

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Com a inclusão dos sábados, o custo dobraria: R$ 16 milhões por mês. Em 12 meses, R$ 192 milhões. A estimativa coloca o financiamento no centro do debate sobre tarifa zero.

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Bruno Reis cobrou uma definição sobre a fonte dos recursos: uma PEC, participação federal ou outra forma de repartição entre os entes públicos. Municípios operam o sistema, mas alegam que os subsídios locais já pressionam o orçamento.

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A discussão vai além da passagem: transporte mais acessível pode ampliar o acesso a lazer, trabalho e serviços no fim de semana. Mas a gratuidade precisa de custeio estável para não comprometer frota, frequência e qualidade.

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O debate em Salvador resume um desafio nacional: tarifa zero não significa custo zero. A questão é como distribuir essa conta de forma transparente entre prefeitura, Estado, União e demais fontes de financiamento do transporte coletivo.

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