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Não é só sobre baratear a passagem: o debate agora é sobre quem deve financiar a mobilidade urbana. 🚌🧵

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Breno Garibalde entrou no debate sobre transporte público com uma provocação importante: e se a discussão não fosse só baixar a passagem, mas encontrar um jeito de acabar com a cobrança direta do usuário no futuro? 🚌🧵

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A ideia defendida pelo parlamentar é olhar para o sistema como um todo. Hoje, grande parte do custo recai sobre quem usa ônibus todos os dias — justamente quem depende dele para trabalhar, estudar e acessar serviços.

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Reduzir a tarifa ajuda, claro. Mas tarifa zero vai além: significa discutir fontes estáveis de financiamento para a operação do transporte, sem deixar o serviço refém apenas da catraca.

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Na prática, alternativas podem envolver orçamento público, receitas vinculadas à mobilidade e cobrança de quem mais impacta o trânsito. O ponto é simples: transporte coletivo não é luxo; é infraestrutura básica da cidade.

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Quando o ônibus fica caro ou ruim, muita gente é empurrada para trajetos longos, informais ou simplesmente perde oportunidades. E aí o congestionamento cresce, a poluição aumenta e a cidade fica menos acessível.

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Mas não basta anunciar tarifa zero e pronto. O modelo precisa vir com frota confiável, linhas bem planejadas, acessibilidade e transparência nos contratos. Passagem grátis com espera interminável não resolve a vida de ninguém.

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No fim, o debate levantado por Garibalde mexe numa pergunta bem direta: por que o custo de circular pela cidade pesa tanto no bolso de quem menos pode escolher? Mobilidade de verdade começa quando sair de casa não vira uma conta impossível.

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