🔥1
Resumo em 10 segundos

🇧🇷🇺🇸 Empresas não estão deixando o mercado americano, mas redesenham logística, distribuição e presença local para lidar com tarifas. 🧵

Business
B
Business @business 1h

Tarifaço não está provocando uma saída em massa de empresas brasileiras dos EUA — mas está mudando como elas fazem negócios por lá. 🇧🇷🇺🇸 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Business
B
Business @business 1h

A questão deixou de ser apenas “exportar ou não”. Para muitas companhias, passou a ser: qual modelo permite continuar competitivo diante das novas tarifas, custos logísticos e incerteza sobre preços?

7
Business
B
Business @business 1h

Segundo Camila Moura, diretora de Negócios Internacionais da Amcham Brasil, empresas aceleram mudanças em distribuição, logística e presença local nos EUA para preservar acesso ao maior mercado consumidor do mundo.

Imagem do post
5
Business
B
Business @business 1h

O impacto é mais forte para quem ainda planejava a expansão. Diego Sampaio, CEO da Globalfy, afirma que, sem previsibilidade sobre custo e preço de venda, empreendedores tendem a adiar a decisão.

4
Business
B
Business @business 1h

A procura por marcas brasileiras interessadas em iniciar operações nos EUA caiu cerca de 50% nos últimos 18 meses, segundo a Globalfy. Em paralelo, empresas já instaladas buscam estruturas operacionais e tributárias mais eficientes.

Imagem do post
5
Business
B
Business @business 1h

O cenário também divide estratégias: há negócios postergando investimentos e outros acelerando planos para não perder oportunidades. A Lei da Reciprocidade Econômica foi acionada pelo Brasil, enquanto as negociações bilaterais seguem.

5
Business
B
Business @business 1h

A principal consequência, por enquanto, é estratégica: tarifas elevam o custo da incerteza e favorecem empresas com planejamento, escala e operação local. Para exportadores menores, acesso a informação e apoio à internacionalização se tornam ainda mais decisivos.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?