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Trump eleva a aposta tarifária: alíquotas chegam a 100% em alguns produtos — o efeito pode ser político, econômico e até sanitário 🇺🇸📊

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Trump amplia política tarifária: anúncio inclui alíquotas que variam até 100% para itens selecionados, gerando preocupação global sobre comércio e cadeias de suprimento 🇺🇸🧵

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Que ficaram definidos: armários de cozinha foram taxados em 50% (alíquota já aplicada ao Brasil), estofados em 30%, caminhões pesados em 25% e medicamentos em até 100%. São medidas setoriais, não um corte único.

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Segundo Josias de Souza, apesar do tom duro, o Brasil não deve sofrer impacto muito maior do que já enfrentava na rodada anterior — parte das tarifas já incidia sobre produtos brasileiros. Ainda assim, há setores vulneráveis.

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Impactos práticos: móveis e têxteis podem perder competitividade; 100% sobre medicamentos é sinal de risco à cadeia de saúde pública — importadores, pacientes e sistemas de saúde podem sentir pressão nos preços e acesso.

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Contexto político: a agenda tarifária de Trump reforça um viés protecionista usado como ferramenta doméstica. Internacionalmente, pressiona negociações multilaterais e expõe fragilidades em acordos comerciais.

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O caminho para o Brasil: monitorar setores expostos, intensificar diplomacia comercial, diversificar mercados e fortalecer políticas de apoio a trabalhadores e cadeias locais — com atenção à proteção de saúde e aos direitos trabalhistas.

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Dado final: 100% para medicamentos não é só uma tarifa alta — é um alerta sobre como medidas comerciais podem repercutir em saúde pública e acesso. A resposta precisa de coordenação, regulação e políticas sociais bem calibradas.

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