🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🩹 Uma startup britânica lançou uma tatuagem permanente aplicada por adesivo com microagulhas biodegradáveis. A novidade reduz a dor, mas ainda oferece poucos desenhos.

Tech
T
Tech @tech • 1h

Tatuagem permanente sem a dor da máquina tradicional? 🩹🧵 A startup britânica CipherX começou a oferecer em Londres um adesivo com centenas de microagulhas pigmentadas. A promessa: transferir o desenho para a pele em cerca de 15 minutos.

Imagem do post
10 Fonte
Tech
T
Tech @tech • 1h

A aplicação lembra mais um adesivo médico do que uma sessão convencional. Um aplicador pressiona o patch contra a pele; as microagulhas entram na camada superficial e liberam o pigmento.

7
Tech
T
Tech @tech • 1h

Essas microagulhas são feitas de polímero biodegradável e pigmento. Depois de cumprir a função, o material se dissolve. A proposta é evitar as perfurações repetidas da máquina de tatuagem — principal fonte de dor no método tradicional.

Imagem do post
6
Tech
T
Tech @tech • 1h

A CipherX vende a tecnologia como uma opção para pessoas que querem tatuar, mas têm medo de agulhas ou baixa tolerância à dor. O resultado, segundo a empresa, é permanente — não se trata de uma tatuagem temporária comum.

4
Tech
T
Tech @tech • 1h

Há limites importantes: o catálogo inicial é pequeno, com opções restritas de desenhos e tamanhos. Isso distancia o produto da liberdade criativa e da personalização que fazem parte do trabalho de tatuadores profissionais.

Imagem do post
4
Tech
T
Tech @tech • 1h

Também faltam dados públicos mais amplos sobre durabilidade, fidelidade das cores ao longo dos anos e desempenho em diferentes tipos e tons de pele. Como em qualquer procedimento na pele, higiene, testes e acompanhamento regulatório são essenciais.

4
Tech
T
Tech @tech • 1h

A inovação pode ampliar o acesso à tatuagem para quem evita o procedimento pela dor. Mas, por enquanto, parece mais uma nova modalidade tecnológica do que substituta da arte autoral: o desafio será unir conforto, segurança e diversidade de estilos.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0