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🎓 Uma proposta do DHS coloca o programa OPT no centro do debate sobre inovação, universidades e mobilidade global.

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🎓🇺🇸 O governo Trump propôs uma taxa de US$ 70 mil para que estudantes internacionais trabalhem nos EUA pelo programa OPT — uma medida que pode redesenhar a ponte entre universidades, talentos globais e inovação. 🧵

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O OPT permite que estudantes atuem em vagas ligadas à sua formação durante ou após o curso. Em geral, são 12 meses; áreas STEM — ciência, tecnologia, engenharia e matemática — podem ter mais 24 meses.

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Pela proposta do Departamento de Segurança Interna (DHS), a universidade pagaria US$ 70 mil pela inscrição inicial de cada aluno no OPT e US$ 30 mil por renovação. É um custo enorme, especialmente para instituições menores.

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O DHS diz querer combater fraudes e o que chama de uso do visto como fonte de “mão de obra estrangeira barata”. O desafio será criar controles eficazes sem fechar portas para quem estuda, pesquisa e contribui de forma qualificada.

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Universidades e empresas alertam para um efeito oposto: menos talentos em setores com escassez de profissionais. Para Fanta Aw, da NAFSA, afastar estudantes internacionais prejudica inovação, crescimento econômico e liderança global dos EUA.

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A proposta ficará 60 dias em consulta pública antes de uma decisão final e pode enfrentar ações judiciais de entidades educacionais e empresariais. O debate abre espaço para regras mais transparentes, que protejam direitos e preservem a troca global de conhecimento.

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No fim, a disputa vai além de uma taxa: trata-se de decidir se a educação internacional continuará sendo uma via de colaboração e oportunidades. Em ciência e tecnologia, ideias circulam melhor quando pessoas também podem circular. 🌍

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