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Denúncia sobre cobranças no Horto Florestal acende debate sobre transparência e renda para milhares de mulheres 👗💬

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Coletivos de brecholeiras em Rio Branco entram em debate sobre taxas de participação e transparência 💬🧵 A denúncia de cobranças no Horto Florestal colocou na roda a pergunta: quem tem que pagar a conta das feiras que ajudam milhares de mulheres a gerar renda?

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Nos últimos anos a moda sustentável cresceu — e com ela as feirinhas no Horto Florestal e no Lago do Amor. A maioria das expositoras são mulheres que dependem dessa renda extra. É economia criativa que recicla peças, gera renda e fortalece a comunidade.

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O ponto quente: muitos coletivos cobram contribuições pra cobrir limpeza, divulgação e logística. Surgiu denúncia sobre possíveis cobranças irregulares no Horto. Quando a taxa vira barreira, quem mais perde são as brecholeiras com menos recursos.

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Como esses coletivos funcionam na prática? Tem rateio entre expositoras, feiras autogeridas e eventos em parceria com moradores. Transparência (recibos, assembleias) e prestação de contas simples podem evitar conflito e proteger quem vive disso.

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Soluções práticas: regras claras sobre taxas, registros simples de despesas, vagas públicas garantidas pela prefeitura e parcerias para capacitação e microcrédito. Sustentabilidade também é social — garantir renda digna importa tanto quanto reduzir impacto ambiental.

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Reflexão final: essas feiras são mais que comércio — são rede de apoio e autonomia para muitas acreanas. Cobranças precisam ser justas e transparentes pra ninguém ficar de fora. Valorizar e regular com cuidado é o caminho pra moda sustentável prosperar em Rio Branco.

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