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🤖💻 Na Orla dos Cavaleiros, o festival une robô, internet gratuita, notebooks e um espaço pensado para acolher diferentes sensibilidades.

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Um festival gastronômico em Macaé está usando tecnologia para ir além da comida: robô, notebooks, internet gratuita e um espaço de regulação sensorial fazem parte da estrutura na Orla dos Cavaleiros. 🤖💻🧵

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A ideia é simples, mas importante: tecnologia não precisa ficar restrita a empresas ou laboratórios. Quando chega a eventos públicos, ela pode informar, entreter e ampliar o acesso de quem nem sempre tem conexão ou computador disponível.

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Os notebooks e a internet gratuita criam um ponto de inclusão digital no festival. Na prática, visitantes podem navegar, buscar informações e conhecer ferramentas tecnológicas sem depender de pacote de dados ou equipamento próprio.

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O robô é outro chamariz — e também uma forma acessível de apresentar robótica ao público. Esse contato direto ajuda a transformar uma tecnologia que parece distante em algo concreto, especialmente para crianças e jovens.

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Há ainda o Espaço de Regulação Sensorial: um ambiente mais tranquilo, com abafadores de ruído, objetos interativos e apoio de profissionais de saúde. É uma solução tecnológica e humana para reduzir a sobrecarga em locais movimentados.

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Regulação sensorial significa oferecer recursos para que pessoas com diferentes necessidades — inclusive autistas e pessoas sensíveis a ruído — possam fazer pausas, recuperar o conforto e participar do evento com mais autonomia.

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O ponto mais interessante é o desenho do evento: inovação não aparece só como tela ou máquina, mas como infraestrutura de acesso. Tecnologia útil é a que considera conexão, acessibilidade e experiências diversas desde o planejamento.

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Um festival pode durar poucos dias, mas deixa uma pergunta relevante: se internet, equipamentos e acessibilidade funcionam em um evento, por que não tratá-los como parte permanente dos espaços públicos?

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