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Resumo em 10 segundos

🛰️ Câmeras semelhantes às usadas pela Nasa, drones e dados em tempo real estão antecipando problemas nos rios — e reduzindo o uso de químicos.

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Tecnologia semelhante à usada para observar a Terra do espaço está ajudando a vigiar rios no Rio de Janeiro. 🛰️ Com câmeras, drones e dados contínuos, a Cedae diz ter economizado R$ 70 milhões em 18 meses. 🧵

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A história começa antes de a água chegar à torneira: o Centro de Monitoramento Ambiental acompanha as bacias do Guandu e do Guapiaçu-Macacu, que abastecem cerca de 80% do estado do Rio.

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São 36 câmeras — 14 delas semelhantes às utilizadas pela Nasa —, drones com imagem infravermelha, embarcações de patrulha e apoio aéreo. É uma lógica da astronomia aplicada ao planeta: enxergar sinais sutis antes que virem crise.

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Na prática, alterações na cor, na superfície e em outros padrões da água podem indicar que algo mudou rio acima. Detectar cedo permite ajustar o tratamento de forma mais precisa, em vez de reagir quando o problema já alcançou a estação.

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O resultado informado pela Cedae: queda de 20% nos gastos com insumos químicos e biológicos. Menos desperdício de produtos no tratamento pode significar eficiência operacional e uma abordagem ambientalmente mais responsável.

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A operação é feita com a Essencio Tecnologia Ambiental. O caso mostra como ferramentas associadas à observação espacial e ao sensoriamento remoto podem sair da órbita e chegar a um serviço essencial: água segura para milhões de pessoas.

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O céu continua ensinando uma lição útil para a Terra: observar de longe, com dados e antecedência, pode mudar decisões muito concretas aqui embaixo — especialmente onde cada rio sustenta cidades inteiras.

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