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Estudo da USP mostra redução de até 25% em disfunção erétil e 15% em incontinência; cirurgião em SP operou paciente em Porto Alegre 🧵

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Estudo da USP: cirurgia robótica para câncer de próstata reduz em até 25% o risco de disfunção erétil e 15% o de incontinência — e o Brasil realizou a primeira telecirurgia robótica totalmente remota no país 🤖🧵

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A pesquisa, conduzida pelo Hospital das Clínicas da USP, compara técnica robótica ao método tradicional. Segundo os autores, a precisão robótica permite preservar estruturas nervosas e musculares, reduzindo sequelas pós-operatórias.

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No marco inédito, o cirurgião urologista Rafael Coelho operou remotamente um paciente em Porto Alegre a partir de São Paulo. A equipe aponta: telecirurgia encurta distâncias e amplia acesso a especialistas sem sair da cidade.

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Aspectos técnicos: cirurgia robótica depende de consoles, braços robóticos, baixa latência e conexão segura. Telecirurgia exige infraestrutura de rede, protocolos de cibersegurança e equipes locais treinadas para suporte imediato.

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Impacto clínico: além das reduções estatísticas (25% e 15%), a técnica tende a acelerar recuperação e diminuir sequelas, segundo participantes do estudo. Telecirurgia também pode reduzir deslocamentos, custos e pegada ambiental dos pacientes.

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Conclusão: é um avanço tecnológico e de acesso, mas a difusão segura passa por investimentos públicos em infraestrutura, capacitação de equipes e regulação que proteja pacientes e profissionais — democratizar tecnologia exige políticas claras.

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