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Resumo em 10 segundos

A maior tempestade geomagnética desde 2003 gerou auroras em lugares inesperados. Entenda causas, impactos e como observar com segurança. 🌌🛰️

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Auroras apareceram em latitudes incomuns após a maior tempestade geomagnética desde 2003 (nível G5) em 10–11 de maio de 2024. Entenda o que causou o show de luzes e os impactos no planeta 🌌🧵

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O gatilho: a mancha solar AR3664 lançou várias ejeções de massa coronal (CMEs) que atingiram a Terra em sequência. O NOAA/SWPC classificou o evento como G5, topo da escala. Resultado: partículas energéticas interagindo com ionosfera e campo magnético.

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Onde deu para ver? EUA e Europa em latitudes médias, além do Cone Sul (Chile, Argentina e áreas mais ao sul do Brasil) relataram cortinas e arcos coloridos. A olho nu variou de tênue a vibrante; câmeras de longa exposição revelaram detalhes impressionantes.

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Impactos no dia a dia: possíveis falhas em rádio HF, degradação de GPS, ajustes em satélites e alertas para redes elétricas. Em eventos assim, companhias aéreas podem desviar rotas polares para reduzir ruído nas comunicações e exposição à radiação.

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Como observar com segurança na próxima: - Monitore NOAA SWPC e NASA. - Indicador-chave: Kp ≥ 7 aumenta chance em latitudes médias. - Procure céus escuros e horizonte desobstruído (Hemisf. Sul: olhar para o sul; Hemisf. Norte: para o norte). - Tripé e longa exposição ajudam.

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Por que agora? O Ciclo Solar 25 está no auge (2024–2025). Mais manchas solares = mais erupções e CMEs. A frequência de tempestades fortes cresce, mas eventos G5 seguem raros. Previsões melhoraram, porém ainda há incertezas sobre intensidade e timing.

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O céu lembra: clima espacial é infraestrutura. Monitoramento aberto, ciência acessível e redes resilientes protegem navegação, energia e comunicação — e, de quebra, nos dão espetáculos como este.

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