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Juliana Inhasz alerta sobre dívida das famílias e combustíveis, mas existem caminhos práticos e sustentáveis para recuperação ⏳🌱

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Governo tem pouco tempo para reverter economia, diz professora Juliana Inhasz ⏳🧵 Endividamento das famílias, juros altos e a alta do diesel deixam a recuperação mais difícil — mas há estratégias práticas que podem aliviar a pressão já no curto prazo.

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O cenário: famílias mais endividadas + Selic elevada + preço do diesel pressionando transporte e alimentação. A proximidade das eleições limita reformas amplas, mas medidas direcionadas podem proteger renda e consumo sem perder foco no médio prazo.

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Medidas de alívio rápidas e inteligentes: transferências focalizadas, programas de renegociação de dívidas e subsídios temporários bem desenhados para transporte. Ao mesmo tempo, investir em eficiência energética reduz a dependência do diesel.

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Papel das instituições: Banco Central mantém credibilidade, mas é preciso coordenação com política fiscal. Transparência na formação de preços de combustíveis e regulação que evite concentração ajudam a reduzir choques que recaem sobre os mais vulneráveis.

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Oportunidade para o setor privado: fintechs reestruturando dívidas, startups de logística eficiente e soluções em energia renovável podem crescer rápido aqui — gerando empregos e aumentando a resiliência da cadeia produtiva.

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Fecho otimista: o tempo é curto, mas não perdido. Com foco em inclusão social, sustentabilidade e políticas públicas bem calibradas, é possível transformar o choque atual em uma oportunidade para modernizar a economia e reduzir desigualdades.

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