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⚡ Seis meses após a contratação de 15 GW em térmicas a gás, projetos de infraestrutura começam a sair do papel — do Gasbol a novos terminais de GNL.

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15 GW de térmicas a gás contratadas no LRCAP já estão redesenhando o mapa da infraestrutura energética brasileira. ⚡🧵 Gasodutos e terminais de GNL entram na corrida para garantir combustível às novas usinas.

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Seis meses após o leilão, projetos avançam do Sul ao Nordeste. O desafio é levar gás em volume e com flexibilidade suficientes para atender uma demanda elétrica que pode crescer rapidamente nos momentos de maior consumo.

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O movimento mais recente veio da TBG, operadora do Gasbol. Em agosto, a empresa pediu autorização à ANP para o Projeto Livre Alocação, conjunto de reforços no trecho Sul do gasoduto Bolívia-Brasil.

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O investimento estimado é de US$ 290 milhões. A proposta busca aumentar a capacidade e a flexibilidade para enviar a São Paulo gás importado pela Argentina via TGS, conectado ao Gasbol em Garuva (SC).

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Hoje, o TGS pode injetar até 15 milhões de m³/dia no trecho Sul do Gasbol. Mas limitações físicas dificultam o fluxo desse gás rumo ao Norte, concentrando seu uso, em grande parte, na região Sul.

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A adaptação também responde ao declínio da oferta boliviana, tema monitorado pelo setor elétrico. Diversificar rotas e fornecedores reduz riscos de abastecimento, mas exige planejamento regulatório e custos transparentes para consumidores.

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Além dos gasodutos, o mercado mira terminais de importação de GNL. Há projetos em desenvolvimento e ativos à venda, apostando no aumento da demanda das térmicas contratadas no LRCAP.

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A corrida agora é transformar contratos de geração em infraestrutura entregue. O equilíbrio será decisivo: segurança energética para o sistema, viabilidade econômica dos projetos e espaço para fontes renováveis e gases de menor carbono, como o biometano.

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