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🏭 Da Usiminas ao Rio de Janeiro, a Ternium amplia investimentos em modernização industrial, eficiência e educação profissional. 🧵

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🏭 A Ternium ampliou sua presença na indústria brasileira: a siderúrgica investiu R$ 1,7 bilhão em ações da Usiminas e consolidou-se como principal acionista da empresa, uma das maiores produtoras de aços planos do país. 🧵

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A operação ocorreu em fevereiro de 2026, ano em que a Ternium completou 20 anos de listagem na Bolsa de Nova York. A relação com a Usiminas começou em 2012, quando a companhia entrou no bloco de controle.

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Nos últimos cinco anos, a Usiminas destinou R$ 7 bilhões à modernização de suas operações. O maior projeto foi a reforma do Alto-Forno 3, concluída em 2024 após investimento de R$ 2,7 bilhões.

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O equipamento foi totalmente substituído e recebeu sistemas de controle e distribuição de carga. Agora, a prioridade é elevar a eficiência energética e ampliar a produção de coque, insumo usado nos altos-fornos.

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Para 2026, a previsão da Usiminas é investir entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,4 bilhão. A estratégia mira produtividade e modernização em uma cadeia que abastece automóveis, eletrodomésticos, máquinas agrícolas e energia.

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No Centro Industrial de Santa Cruz, no Rio, a Ternium prevê acumular mais de R$ 3,5 bilhões em investimentos entre 2022 e 2026. A unidade tem capacidade para produzir 5 milhões de toneladas de placas de aço por ano.

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O grupo também inaugurou em Santa Cruz a Escola Técnica Roberto Rocca, com R$ 260 milhões de investimento. São 384 alunos em ensino médio integrado a Mecatrônica e Eletromecânica; a meta é chegar a 576 estudantes em 2027.

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O movimento combina capital industrial, atualização tecnológica e formação profissional. Em um setor intensivo em recursos, o teste será transformar esses aportes em eficiência, empregos qualificados e ganhos ambientais mensuráveis.

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