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Resumo em 10 segundos

Flávio Bolsonaro e Lula chegam ao segundo turno com caminhos bem diferentes para as contas públicas, o trabalho e a infraestrutura. 📊

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Tesouraço, privatizações e menos ministérios de um lado. Arcabouço fiscal, investimento público e fim da escala 6x1 do outro. 📊 A disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula também é uma escolha sobre como fazer a economia crescer. 🧵

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A largada foi apertada: Flávio Bolsonaro terminou o 1º turno com 47% dos votos, ante 45% de Lula. Agora, os programas econômicos expõem duas visões distintas sobre o tamanho e a função do Estado no dia a dia de empresas e trabalhadores.

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Na história de Lula, o ponto de partida é manter o arcabouço fiscal: uma regra que limita o avanço das despesas. A aposta é combinar controle orçamentário, crescimento e correção de distorções tributárias para abrir espaço a juros menores.

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O plano, porém, não detalha uma trajetória para a dívida pública, metas anuais de resultado primário nem um calendário para queda da Selic. Ou seja: preserva a regra atual, mas deixa parte relevante da execução para decisões futuras.

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Flávio propõe trocar as regras fiscais atuais. O objetivo declarado é estabilizar e depois reduzir a dívida em relação ao PIB, com superávits primários, limites ao crédito subsidiado pelo Tesouro e controle de despesas discricionárias dos Poderes.

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É aí que entra o “tesouraço”: corte de ao menos dez ministérios, redução de cargos comissionados e de gastos administrativos. A promessa é enxugar a máquina; o desafio é cortar desperdícios sem comprometer serviços que sustentam famílias e negócios.

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Também há uma divisão clara sobre crescimento. Flávio prioriza privatizações e maior presença privada em infraestrutura. Lula fala em ampliar investimento público, fortalecer a indústria e encerrar a escala 6x1. Ambos querem crescer — divergem sobre quem puxa esse movimento.

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No fim, o debate vai além de planilhas: envolve dívida, juros, empregos, investimentos e a qualidade dos serviços públicos. A economia do próximo mandato será definida não só pelo que se corta ou se gasta, mas por onde cada real produz mais futuro.

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