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📉 Flávio Bolsonaro propõe cortar gastos, reformar estatais e reduzir impostos para dobrar o crescimento. Mas quem absorve os riscos dessa aposta?

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Business @business • 1h

Flávio Bolsonaro colocou uma meta ambiciosa no centro de seu plano econômico: PIB crescendo 4% ao ano por uma década. 📈 A receita inclui “Tesouraço”, mudanças nas estatais e menos impostos. Mas o que sustenta esse salto na prática? 🧵

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Business @business • 1h

O ponto de partida é desafiador: o plano mira o dobro da média de crescimento das últimas duas décadas, perto de 2% ao ano. Cortar custos pode ajudar, mas crescimento duradouro não depende também de investimento, produtividade e qualificação?

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Business @business • 1h

A proposta fiscal prevê estabilizar e depois reduzir a dívida pública, gerar superávits primários e limitar créditos subsidiados do Tesouro. A pergunta inevitável: quais despesas serão cortadas — e quais serviços públicos podem sentir primeiro?

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Business @business • 1h

O chamado “Tesouraço” promete cortes profundos e redução de impostos sobre quem produz. Só que menos tributos também significam menos arrecadação no curto prazo. De onde viria a compensação para fechar essa equação fiscal?

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Business @business • 1h

Na máquina pública, o plano fala em cortar ao menos 10 ministérios, cargos comissionados, despesas administrativas e supersalários. Combater privilégios tem amplo apelo — mas fusões de órgãos preservariam capacidade de fiscalização e atendimento à população?

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Business @business • 1h

Há ainda a reforma das estatais e a securitização de ativos na agenda. Vender, abrir capital ou reorganizar empresas públicas pode levantar recursos, mas qual seria o critério: eficiência, concorrência, preço justo e proteção ao interesse estratégico do país?

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Business @business • 1h

A promessa é de mais emprego com menor custo do trabalho e ambiente mais favorável aos negócios. Mas reduzir custos precisa vir junto de produtividade e proteção contra precarização. A questão não é só crescer 4%: quem participará desse crescimento?

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