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Resumo em 10 segundos

O brasileiro colocou R$ 15 bi no Tesouro Direto em um único mês — e a Selic foi a grande favorita. 📈💰

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O Tesouro Direto bateu recorde em agosto: foram R$ 15 bilhões em investimentos, o maior valor da história do programa. 📈💰 E teve 1,32 milhão de operações no mês. Bora entender o que esse número conta sobre o investidor brasileiro? 🧵

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O campeão de procura foi o Tesouro Selic — junto do Tesouro Reserva, somou R$ 7 bilhões, ou 46,9% de todas as vendas. Faz sentido: é o tipo de título mais associado a liquidez e menor oscilação no dia a dia.

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Logo depois vieram os títulos atrelados à inflação, com R$ 5,5 bilhões em aplicações (36,3%). Na prática, muita gente buscou proteger o poder de compra do dinheiro no longo prazo.

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Um detalhe importante: houve captação líquida negativa de R$ 2,21 bilhões. Calma, isso não significa debandada. Em agosto, o governo pagou muitos vencimentos, especialmente do Tesouro IPCA+ 2026: R$ 11,3 bilhões.

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As aplicações de até R$ 1 mil foram 55,7% das operações. É um bom retrato de como o Tesouro Direto pode abrir portas para quem começa com pouco — embora o valor médio por aplicação tenha sido R$ 11.366,43.

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O estoque total ficou em R$ 272 bilhões, estável no mês e 43% maior que em agosto de 2025. A maior fatia da carteira segue em papéis indexados à inflação: R$ 128 bilhões, ou 47,1% do total.

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No fim, o recorde mostra uma coisa simples: renda fixa pública virou parte relevante do planejamento financeiro de muita gente. Mas rentabilidade não substitui informação — prazo, objetivo e risco precisam guiar a escolha, não só a taxa da vez.

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