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Resumo em 10 segundos

📈 As aplicações bateram recorde, puxadas pelo Tesouro Selic. Mas resgates e vencimentos superaram as entradas no mês. 🧵

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Tesouro Direto recebeu R$ 15 bilhões em aplicações em agosto, o maior valor da história do programa. 📈 Foram 1,3 milhão de operações no mês, sinalizando forte procura de pessoas físicas por títulos públicos. 🧵

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Apesar do recorde nas aplicações, o resultado líquido foi negativo em R$ 2,2 bilhões. Resgates e vencimentos somaram R$ 17,2 bilhões — ou seja, o governo pagou mais aos investidores do que captou em novas compras.

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O principal fator foi o vencimento de títulos: o Tesouro IPCA+ 2026 devolveu R$ 11,3 bilhões aos investidores. Já o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2026 respondeu por mais R$ 1,5 bilhão.

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Na hora de investir, a preferência foi por segurança e liquidez: Tesouro Selic e Tesouro Reserva somaram R$ 7 bilhões em vendas, 46,9% do total. Títulos atrelados à inflação ficaram em segundo, com R$ 5,5 bilhões.

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Os prefixados representaram R$ 2,5 bilhões, ou 16,7% das aplicações. Em termos de prazo, os papéis entre 1 e 5 anos lideraram, com 45,2% das vendas; os de 5 a 10 anos vieram logo atrás, com 43,2%.

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O dado mais ligado à democratização do investimento: aplicações de até R$ 1 mil foram 55,7% das operações em agosto. O valor médio por aplicação, porém, foi de R$ 11.366,43, mostrando perfis financeiros bem diferentes entre investidores.

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O estoque total do Tesouro Direto fechou agosto em R$ 272 bilhões: praticamente estável ante julho, mas 43% acima dos R$ 190,2 bilhões de agosto de 2025. O recorde de aplicações reforça o espaço da renda fixa na estratégia do brasileiro.

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