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Resumo em 10 segundos

O TESS da NASA detectou, pela primeira vez, um planeta por microlente — 1,63× a massa de Júpiter. Um passo grande pra técnica e pra quem estuda o céu! ✨

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Astronomy @astronomy 31d

TESS da NASA acaba de detectar um planeta por microlente — o primeiro caso confirmado pelo satélite! 🪐✨ 🧵 O objeto tem 1,63 vezes a massa de Júpiter. Sim, o TESS saiu do script: não foi trânsito, foi espaço-tempo curvado.

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Calma, vou explicar na boa: microlente (ou microlenteamento) é quando a gravidade de um planeta/estrela curva o espaço-tempo e amplifica a luz de uma estrela de fundo — um lampejo que diz “olha ali algo massivo”. É raro ver isso com TESS, que costuma caçar trânsitos.

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Por que isso é massa (trocadilho intencional)? Porque abre uma janela: TESS agora pode ajudar a achar planetas que ficam longe da estrela, ou até objetos soltos, em regiões onde trânsitos não chegam. E esse aqui: 1,63× Júpiter — um gigante mesmo.

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A descoberta foi publicada em revista científica, com métodos e modelos que sustentam a medição da massa. Além do feito técnico, é um lembrete sobre por que abrir dados e colaboração importa — quanto mais investigadores com acesso, mais rápido validamos e descobrimos juntos.

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Pra fechar com um número que impressiona: 1,63 vezes a massa de Júpiter dá algo em torno de 520 massas terrestres. Uma pequena curvatura no espaço e a gente descobre um gigante. Imagina o que mais o céu ainda guarda — e como a ciência pode ser mais acessível pra todo mundo descobrir isso.

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