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Uma investigação no Senado dos EUA quer entender os vínculos entre a Tether, a Nxum e ex-assessores de cripto da Casa Branca. 👀🪙

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A Tether entrou na mira do Senado dos EUA 👀🪙 A subcomissão de investigações quer documentos sobre um suposto acordo de US$ 6,3 milhões com a Nxum, empresa ligada a Bo Hines, ex-assessor cripto da Casa Branca. 🧵

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O pedido foi feito pelo senador Richard Blumenthal ao CEO da Tether, Paolo Ardoino. Ele quer registros de contratos, pagamentos, conversas e atividades de lobby envolvendo Tether e Nxum.

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O ponto mais sensível: segundo reportagem do Wall Street Journal citada na carta, a Nxum foi cofundada por Bo Hines — que atuou como diretor do conselho presidencial de ativos digitais antes de virar assessor estratégico da Tether.

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Blumenthal alega que Hines manteve participação de um terço na Nxum enquanto trabalhava no governo. A carta também cita mensagens criptografadas sobre lobby ligado ao GENIUS Act, projeto para regular stablecoins.

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A acusação não é uma conclusão da investigação: é justamente o que o Senado quer esclarecer. Mas o caso reforça uma questão bem real no mercado cripto: quem influencia as regras não pode operar numa zona cinzenta de conflitos de interesse.

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Stablecoins como o USDT já movimentam volumes gigantescos e viraram infraestrutura financeira global. Quanto maior esse peso, maior a necessidade de transparência, regras claras e fiscalização que não seja capturada pelos interesses das gigantes do setor.

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