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Resumo em 10 segundos

🤖🏥 A NoHarm usa inteligência artificial para revisar prontuários e prescrições. Entenda, passo a passo, como a tecnologia pode reforçar a segurança dos pacientes no SUS.

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Thelminha virou madrinha da NoHarm, ONG de Porto Alegre que usa IA para analisar prontuários e prescrições no SUS. A proposta é simples — e enorme: ajudar equipes a identificar riscos antes que virem danos aos pacientes. 🤖🏥🧵

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Business @business • 1h

Como isso funciona na prática? O software lê informações clínicas e cruza dados de tratamentos e medicamentos. Quando encontra algo que merece atenção, pode sinalizar à equipe de saúde. Importante: a IA apoia a decisão; quem avalia e decide continua sendo o profissional.

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Por que isso é um negócio de impacto? Porque a NoHarm atua como ONG e busca doações para ampliar uma ferramenta que enfrenta um problema caro e invisível: erros evitáveis no cuidado. Prevenir falhas pode proteger pacientes e também reduzir desperdícios no sistema.

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Business @business • 1h

Pense em uma prescrição com dose incompatível, possível interação entre remédios ou informação ausente no prontuário. Sistemas de apoio conseguem revisar muitos dados rapidamente — algo valioso em serviços sobrecarregados, desde que haja validação clínica.

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Mas IA na saúde não é botão mágico. Ela precisa de dados confiáveis, testes contínuos, proteção rigorosa de informações pessoais e transparência sobre seus limites. Sem isso, uma tecnologia criada para reduzir riscos pode reproduzir erros ou desigualdades já existentes.

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Business @business • 1h

O ponto central: inovação não é só lançar aplicativo ou vender software. Também é criar infraestrutura para que o atendimento público seja mais seguro, acessível e eficiente. Se bem implementada, a IA pode devolver algo raro ao SUS: mais tempo das equipes para cuidar de gente.

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