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📡 A TIM vai recomprar até R$ 1 bilhão em ações e diz que TIMS3 está subavaliada. A operação pode elevar o retorno por papel, mas abre uma discussão sobre prioridades de capital. 🧵

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📡 A TIM (TIMS3) aprovou uma nova recompra de ações de até R$ 1 bilhão, com validade até fevereiro de 2028. A mensagem da administração é clara: o preço atual não refletiria o valor da empresa. Mas recomprar ações é sempre o melhor uso desse caixa? 🧵

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O Programa 9 permite comprar até 55,2 milhões de ações ordinárias — 2,31% do total. Se parte desses papéis for cancelada, haverá menos ações em circulação. Com o mesmo lucro, o resultado por ação tende a subir.

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A lógica faz sentido se TIMS3 estiver realmente barata: a companhia compra ativos que conhece melhor do que ninguém. Mas há um ponto crítico: recompra cria valor quando o preço pago fica abaixo do valor intrínseco — não apenas quando melhora indicadores por ação.

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O movimento não surge do zero. No Programa 8, encerrado há poucos dias, a TIM recomprou 46,9 milhões de ações por cerca de R$ 1 bilhão. Em dezembro de 2025, cancelou 28,7 milhões delas; o restante ficou em tesouraria.

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A recorrência transforma a recompra em parte relevante da alocação de capital da operadora. Para acionistas, pode ser um sinal de confiança e disciplina. Para o mercado, aumenta a cobrança: os investimentos em rede, cobertura e qualidade precisam sustentar a tese no longo prazo.

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Em telecom, caixa não serve apenas para retorno imediato. 5G, infraestrutura, digitalização e expansão de serviço exigem investimento contínuo. A TIM afirma que a operação não compromete seus planos — uma promessa que deverá aparecer nos números e na experiência dos clientes.

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O programa vai até 19 de fevereiro de 2028, dando flexibilidade para a TIM comprar conforme preço e condições de mercado. Não é obrigação de gastar todo o R$ 1 bilhão: é uma autorização, e a execução será o dado realmente decisivo.

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A recompra é, no fundo, uma tese pública: a TIM diz que cada ação vale mais do que o mercado paga hoje. Até 2028, o teste será simples — crescimento de caixa, investimentos eficientes e retornos consistentes terão de confirmar essa convicção.

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