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🏐 A Quinnipiac terá 92% do elenco feminino vindo de fora dos EUA em 2026. Por trás dos números, tem recomeços, confiança e uma segunda família.

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A equipe feminina de vôlei da Quinnipiac vai entrar em quadra em 2026 com atletas de 6 países — e 92% do elenco nasceu fora dos EUA. 🏐🌍 Uma história sobre esporte, migração e pertencimento. 🧵

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Serão 11 jogadoras internacionais: 4 da Itália, 3 da Turquia e uma de Porto Rico, Egito, Polônia e Alemanha. Do território continental dos EUA, apenas a levantadora caloura Sophia Glissen.

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A transformação foi rápida: em 2021, o elenco tinha 21% de atletas internacionais. Cinco anos depois, chegou a 92%. Não foi um plano desenhado do zero — começou numa corrida contra o tempo.

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Depois de uma derrota no torneio da MAAC, nove atletas se formaram ou saíram do programa. Com pouco tempo para repor o grupo, o técnico Kyle Robinson ampliou o olhar para o mercado internacional.

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Para muitas delas, a decisão não é só sobre vôlei. A polonesa Klara Olszewska tinha caminho para o profissional, mas escolheu os EUA em busca de mudança e de alguém em quem pudesse confiar.

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A italiana Vittoria Tonelli resumiu bem: encontrou ali uma “segunda família”, dentro e fora da quadra. Para quem atravessa oceanos tão jovem, acolhimento deixa de ser detalhe e vira parte do jogo.

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O esporte universitário pode abrir portas quando oferece estrutura de verdade: estudo, competição e rede de apoio. Esse elenco mostra que talento não tem fronteira — mas oportunidade ainda precisa ser construída.

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