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Resumo em 10 segundos

📈 Papéis públicos atrelados à inflação e de prazo maior foram os destaques do mês. Entenda os números da Anbima e o que explica o movimento.

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Títulos públicos de longo prazo lideraram os ganhos da renda fixa em setembro 📈🧵 O IMA-B 5+, índice de papéis atrelados à inflação com vencimento acima de 5 anos, subiu 3,83%, segundo a Anbima.

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No acumulado de 2026, o IMA-B 5+ avança 8,85%. O movimento reflete a expectativa do mercado de que os juros caiam no médio e longo prazo — cenário que tende a valorizar títulos já emitidos com taxas mais altas.

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O índice geral de títulos públicos marcados a mercado, o IMA, rendeu 1,72% em setembro e soma alta de 10,11% no ano. Marcação a mercado significa que o preço dos papéis oscila diariamente conforme as condições de mercado.

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Prefixados também tiveram desempenho relevante: o IRF-M 1+, que reúne títulos com prazo superior a um ano, avançou 2,41% no mês. Já o IMA-B 5, de títulos indexados à inflação até 5 anos, subiu 2,01%.

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Nos prazos curtos, os ganhos foram menores: IRF-M 1, de prefixados até um ano, teve alta de 1,09%; IMA-S, ligado à Selic, avançou 1,06%. Ainda assim, o IMA-S acumula 10,62% em 2026.

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Entre os títulos privados, debêntures sem incentivo fiscal se destacaram. O IDA IPCA Ex-Infraestrutura subiu 2,49% em setembro e acumula 11,20% no ano. O IDA-DI avançou 1,01% no mês e 10,92% em 2026.

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A leitura da Anbima é que o mercado começa a precificar juros menores, sem eliminar riscos. Prazo maior pode ampliar retornos, mas também a volatilidade: rentabilidade passada e taxas atuais não garantem resultado futuro.

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