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A campanha de Lula levou ao TSE uma acusação de uso de tokens como pagamento por propaganda eleitoral. Entenda o caso do Brasil 22 Token 🪙

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Cripto entrou no centro da disputa eleitoral 👀🪙 A campanha de Lula acionou o TSE contra Flávio Bolsonaro, Pablo Marçal e outros por suposta distribuição do token B22 em troca de divulgação ligada ao voto 22. 🧵

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Segundo a representação, o Brasil 22 Token distribuía B22 para quem publicasse conteúdos do projeto nas redes, enviasse o link da postagem e informasse uma carteira digital. A acusação é que isso funcionaria como remuneração por propaganda eleitoral.

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O ponto sensível: a iniciativa teria associado a divulgação à arrecadação para moradias de crianças em Kampala, Uganda. A campanha petista diz que uma causa humanitária foi usada para impulsionar conteúdo eleitoral pago.

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A petição cita o perfil @hyperskidsafrica, com 12,9 milhões de seguidores no Instagram. Em um vídeo, crianças usam camisetas do Brasil 22 Token, mostram a bandeira do Brasil e pedem voto no número 22, segundo a ação.

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Outro trecho citado atribui a Kevim Flores, apontado como idealizador, uma promessa de valorização acima de 3.000% do B22 até a eleição de Flávio. Se confirmada, essa mistura de expectativa financeira e campanha pode pesar bastante na análise.

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Por enquanto, são alegações apresentadas ao TSE — não uma decisão sobre culpa. A coligação pede suspensão do site, fim da distribuição dos tokens e remoção de publicações. O caso foi distribuído à ministra Estela Aranha.

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O episódio expõe uma fronteira que a cripto ainda precisa resolver: token pode ser ferramenta de comunidade, mas também pode virar incentivo opaco quando cruza eleições. Transparência, regras claras e fiscalização protegem eleitores — e o próprio setor.

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