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Resumo em 10 segundos

Dejetos da suinocultura podem virar combustível, atrair infraestrutura e reduzir custos logísticos em Toledo. ♻️💰

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Toledo e Compagas discutem a viabilidade de investimentos em biometano produzido a partir de dejetos da suinocultura. A análise inclui demanda local, potencial produtivo e a possível instalação de dutos para ligar produtores e consumidores. ♻️💰🧵

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A reunião envolveu a Prefeitura, a Secretaria de Agricultura e Proteína Animal e a Compagas, distribuidora de gás canalizado do Paraná. O objetivo é identificar consumidores que deem escala econômica ao projeto.

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A matéria-prima é abundante na região: dejetos suínos. Hoje, eles representam um desafio de gestão ambiental; processados, podem se tornar biometano, combustível renovável com aplicação industrial e no transporte pesado.

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Segundo a Compagas, o biometano pode reduzir em cerca de 95% as emissões de CO₂ na comparação com o diesel. A redução de material particulado — a fuligem da queima — pode superar 85%, conforme a empresa.

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No lado financeiro, a conta depende de demanda contínua. Indústrias de grande porte, transportadoras e empresas de logística são potenciais clientes, capazes de viabilizar produção, distribuição e os investimentos em rede subterrânea.

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O secretário Luiz Carlos Bombardelli informou que uma produtora de biometano deverá se instalar em Toledo e que já há empresas interessadas no combustível. Contratos de compra podem reduzir o risco do empreendimento.

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Se avançar, o projeto pode transformar um passivo da atividade agropecuária em receita, energia local e menor exposição ao diesel. O próximo ponto é converter interesse em números: volume, preço, infraestrutura e consumidores garantidos.

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