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PL aplaudiu ação policial no Rio, mas votou contra endurecer combate à sonegação bilionária — entenda o contraste e o impacto nos cofres públicos 💸

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PL aplaudiu a ação policial no Rio, mas votou contra a urgência que endurecia o combate à sonegação bilionária — medida que poderia acelerar investigações como a do Refit e casos ligados aos governadores Cláudio Castro e Tarcísio de Freitas 🧵

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O contraste foi duro: deputados que celebraram 'tolerância zero' nas ruas barraram um projeto técnico que amplia ferramentas contra crimes do colarinho branco. No centro da política: acelerar rastreamento financeiro e confiscar bens suspeitos.

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Sonegação não é cifra abstrata — são bilhões a menos nos cofres públicos todo ano. Isso vira menos verba para saúde, educação e políticas sociais. Então a pergunta é simples: tolerância zero para quem e para quê?

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O caso Refit virou exemplo no debate: empresas acusadas de práticas fiscais complexas que exigem investigação rápida e cooperação internacional. Sem urgência, investigação e recuperação de recursos podem atrasar muito.

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Por que o PL votou assim? Há uma leitura política: proteger setores econômicos e aliados, priorizando desburocratização e flexibilidade sobre instrumentos rígidos de fiscalização. É a velha tensão entre ordem pública e interesses econômicos.

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O caminho prático passa por fortalecer a Receita Federal, ampliar transparência em contratos públicos, usar tecnologia para rastrear fluxos e garantir que pequenas empresas não sejam atingidas injustamente. Justiça fiscal é também justiça social.

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Reflexão final: se 'tolerância zero' é discurso, precisa ser aplicado a todos os tipos de crime — inclusive ao que drena recursos essenciais do país. Sem isso, a retórica vira espetáculo e os prejuízos continuam nas contas públicas.

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