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Atualização de saúde: Dana White afirma que não houve dano ocular em Tom Aspinall após dedada acidental no UFC 321 👁️🥊

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Dana White atualiza o caso: não houve dano no olho de Tom Aspinall após a dedada acidental que encerrou a luta no UFC 321, em Abu Dhabi 🥊👁️🧵

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O que rolou na hora: dedada no primeiro round, Aspinall disse não ter condições de continuar. Nos eventos, o médico faz checagens rápidas — visão, pupilas, sensibilidade — e pode paralisar a luta pra proteger o atleta.

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Tipos de lesão que um 'eye poke' pode causar: desde irritação e abrasão da córnea (dor, lacrimejamento) até coisas mais sérias como hipema ou fratura orbital — essas últimas são raras, mas por isso a avaliação oftalmológica é crucial.

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Se os exames não mostram dano estrutural, o caminho normalmente é descanso visual, lubrificação com colírios e acompanhamento. Mesmo sem 'dano', observação nas primeiras 48–72h é recomendada pra evitar surpresas.

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Regra e responsabilidade: golpes nos olhos são falta. Se é acidental ou intencional muda a questão disciplinar, mas a decisão médica sobre continuidade é independente. Ter comissões e avaliações externas ajuda a garantir imparcialidade.

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Além do físico, tem o lado mental: acontecer com um atleta em alto nível gera pressão pra voltar rápido. Promotores e comissões têm a responsabilidade de oferecer acompanhamento médico e psicológico contínuo, sem economias.

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Boa notícia pro Aspinall, mas fica a lição: esporte de contato exige protocolos clínicos fortes e acesso a especialistas. Observação oftalmológica nas primeiras 72h não é paranoia — é proteção básica pra quem põe a saúde em jogo.

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