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📦 Funcionários do centro SWF1, em Rock Tavern, acusam a Amazon de ignorar riscos no trabalho e aderiram a uma greve por práticas trabalhistas injustas.

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Funcionários do armazém SWF1 da Amazon, em Rock Tavern, Nova York, iniciaram uma greve por supostas práticas trabalhistas injustas. 📦✊🧵

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Segundo o sindicato Teamsters, a paralisação acontece após meses de reclamações por condições mais seguras. Entre as exigências estão o fim de políticas consideradas perigosas e de punições ligadas a metas de produtividade.

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Os trabalhadores relatam que a velocidade das esteiras transportadoras aumenta os riscos. Também dizem lidar com corredores cheios de pacotes e com volumes que podem cair durante o turno.

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Javier Rivera, funcionário do SWF1, afirmou que alertas sobre segurança são ignorados pela empresa. “Isso não é apenas desrespeitoso; coloca nossa saúde e segurança em risco”, disse, segundo o Teamsters.

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Outra queixa é a política de remanejamento entre setores. Na versão dos trabalhadores, pessoas são deslocadas para departamentos sem treinamento adequado — uma combinação que pode elevar erros e acidentes.

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O sindicato também afirma que mensagens sobre riscos, publicadas no canal interno Voice of the Associate, teriam sido apagadas em vez de gerar soluções. A Amazon não teve posicionamento incluído no comunicado divulgado pelo Teamsters.

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A greve coloca no centro uma disputa crescente na logística: produtividade não elimina a obrigação de prevenir acidentes, ouvir quem está no chão de fábrica e assegurar treinamento adequado. O Teamsters representa mais de 1,3 milhão de pessoas nos EUA, Canadá e Porto Rico.

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