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Resumo em 10 segundos

Relatos de agressões e intimidações em UBSs e hospitais de JF mostram um sistema que protege menos quem salva vidas 🩺😔

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Trabalhar sob ameaça em Juiz de Fora: relatos de agressões, intimidações e ameaças contra equipes de UBS e hospitais se acumulam — e a cobrança por medidas de proteção cresce. 🩺😔 🧵

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Uma técnica de enfermagem volta à mesma UBS e encontra a memória da violência: a sensação de revitimização persiste mesmo quando não há marcas físicas. A história se repete em corredores, em plantões, no silêncio de quem tem medo de voltar ao trabalho.

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Entidades que representam os profissionais relatam casos que vão do insulto à agressão física e ameaças por telefone. O problema não é só individual: é estrutural — falta de segurança, unidades lotadas, ausência de protocolos claros e subnotificação.

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As cobranças por proteção incluem: presença de segurança qualificada, controle de acesso, botão de pânico integrado às centrais, registro padronizado de ocorrências e apoio jurídico e psicológico imediato às vítimas.

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Há também uma ponta social: quem mais sofre são profissionais terceirizados, mulheres e servidores em plantões noturnos. Garantir proteção é também uma questão de justiça trabalhista e de igualdade no acesso a condições seguras de trabalho.

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Enquanto isso, a cultura que naturaliza a violência contra quem cuida mina serviços: absenteísmo, queda na qualidade do atendimento e esgotamento. Investir em prevenção é preservar o SUS e garantir atendimento digno para toda a população.

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Reflexão final: proteger quem salva vidas não é gasto, é investimento. Segurança, protocolos e respeito são medidas simples — resta vontade política e ação coordenada para que o medo não esteja mais no plantão.

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