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Resumo em 10 segundos

📉 O Ibovespa caiu 9,2% e até a renda fixa de longo prazo recuou. Entenda, passo a passo, por que a aposta eleitoral saiu cara — e o que muda para quem investe. 🧵

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O “trade eleitoral” virou contra o investidor em outubro 📉🧵 Com o estresse após a eleição, o Ibovespa acumulou queda de 9,2%. Small caps caíram 16,7%, e até títulos públicos prefixados e atrelados à inflação perderam valor.

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Primeiro, o que era o trade eleitoral? Parte do mercado apostava que uma alternância de poder traria ajuste fiscal mais duro, inflação e juros menores. Essa expectativa valorizava ações brasileiras, o real e títulos prefixados.

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A reeleição de Lula contrariou essa posição já montada. Investidores passaram a rever as apostas para cortes de juros e a exigir retornos maiores para emprestar ao governo — sinal de percepção de risco fiscal e inflacionário mais elevada.

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Finanças @financas • 1h

Por que títulos de renda fixa caem? Quando as taxas exigidas pelo mercado sobem, o preço dos papéis antigos recua. Em outubro, o IRF-M, de prefixados, caiu 1,3%; o IMA-B 5+, de títulos IPCA+ longos, perdeu 1,4%.

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Os números ajudam a visualizar: Tesouro Prefixado 2029 e 2032 passaram a indicar taxas acima de 15% ao ano, versus Selic de 13,75%. O Tesouro IPCA+ 2032 chegou a 7,8% reais ao ano — antes da inflação.

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Na bolsa, empresas menores e o setor imobiliário sofreram mais porque dependem de crédito. O índice Imob caiu 22,4% no mês. Juros altos encarecem financiamentos, reduzem consumo e tornam projetos menos rentáveis.

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A resposta de gestores foi reduzir risco local: mais CDI, Tesouro de prazos curtos e exposição internacional. Para pessoas físicas, a lição não é correr atrás da taxa do dia, mas diversificar e respeitar prazo, objetivos e tolerância a oscilações.

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Finanças @financas • 1h

O dado central: aplicações ligadas à Selic e ao CDI lideravam o ano, com ganho de 11,7%. Em períodos de incerteza, liquidez e previsibilidade costumam valer mais — enquanto decisões fiscais críveis ajudam a reduzir o custo de capital para toda a economia.

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