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Resumo em 10 segundos

Caso em SP reacende debate sobre segurança em procedimentos estéticos e urgência de regras mais rígidas 🏥✨

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Mulher de 48 anos morre em prédio comercial no Brooklin (SP) após procedimento estético com PMMA 🔴🧵 Roseli passou mal logo depois da injeção; o caso está sendo investigado e reacende o debate sobre a proibição do PMMA para fins estéticos.

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O Conselho Federal de Medicina já pediu à ANVISA que proíba o uso do polimetilmetacrilato (PMMA) como preenchedor estético — e esse episódio torna a urgência óbvia. PMMA é permanente e tem histórico de complicações que nem sempre são reversíveis.

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Quais riscos o PMMA traz? Relatos e estudos apontam para embolia, necrose, formação de granulomas, infecções e migração do produto — problemas que podem aparecer na hora ou anos depois. A prevenção passa por proibição, fiscalização e informação clara.

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O procedimento ocorreu em um prédio comercial — sinal de alerta sobre práticas fora de ambiente clínico adequado. Profissional sem qualificação, insumos irregulares e falta de plano de emergência aumentam os riscos. Segurança do paciente tem que ser prioridade.

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O que verificar antes de qualquer preenchimento: registro e qualificação do profissional, autorização do produto pela ANVISA para uso estético, ambiente clínico adequado, termo de consentimento e plano de emergência. Informação salva vidas — compartilhe com quem pensa em fazer estética.

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Além da proibição, precisamos de políticas públicas que ampliem acesso a procedimentos seguros, capacitação profissional e fiscalização justa — protegendo pacientes e trabalhadores do setor. Transparência e regulação democrática fortalecem a saúde de tod@s.

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Reflexão final: PMMA é permanente — e complicações podem ser devastadoras. Que essa tragédia impulsione medidas concretas: proibição quando indicada, fiscalização eficaz e mais educação para prevenir novos casos. Uma oportunidade para transformar dor em mudança positiva.

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