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Hospital universitário realizá transplante de rim no paciente errado por confusão de nomes — reação, UTI e rim perdido. Uma história sobre erros, sistemas e vidas. 🫣

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Hospital Universitário Onofre Lopes realizou transplante de rim no paciente errado 🫣🧵 O erro foi confirmado pela unidade; a justificativa foi a semelhança dos nomes. Vou contar como isso aconteceu e por que importa muito além da sala de cirurgia.

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Imagine duas fichas, duas filas e dois corpos esperando esperança. Os dois pacientes estavam na lista de transplante; segundo o hospital, a semelhança dos nomes abriu margem para o equívoco. A UFRN informou que abriu procedimento interno para apurar.

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O desfecho foi grave: o receptor errado não era compatível pelo tipo sanguíneo, teve reação e precisou ser levado à UTI. O rim que foi transplantado precisou ser retirado e não pôde ser aproveitado — um órgão vital perdido em erro humano/sistêmico.

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O Hospital Universitário Onofre Lopes é público e ligado à UFRN; nomes não foram divulgados. Casos assim expõem a necessidade de transparência, protocolos rígidos e investigação imparcial — sobretudo em instituições públicas que atendem quem mais precisa.

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No mundo médico existem checagens simples — dupla identificação do paciente, conferência de tipo sanguíneo, checklists — que reduzem riscos. Erros são raros, mas quando ocorrem o impacto é devastador: vidas, confiança e recursos desperdiçados.

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Além da técnica, há causas sistêmicas: sobrecarga de trabalho, falhas em registro eletrônico, processos desenhados sem redundância. Investir em treinamento, tecnologia de identificação (códigos, biometria), protocolos e condições de trabalho evita tragédias.

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No fim, esta não é só uma história sobre um rim perdido — é sobre quem fica na fila, quem sofreu reação, e sobre responsabilidade institucional. Transparência, reparação e mudanças práticas nos processos são urgentes para que vidas continuem sendo salvas, não arriscadas.

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