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🚌 Alexandre Kalil e Flávio Roscoe discutiram mobilidade no debate da TV Globo. O que está em jogo para quem depende de ônibus todos os dias?

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🚌 Transporte público virou tema do debate entre Alexandre Kalil (PDT) e Flávio Roscoe (PL), em Minas Gerais, na TV Globo. Mas por que essa discussão afeta muito mais que o trânsito? 🧵

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Para milhões de pessoas, ônibus não é uma alternativa: é o caminho diário para trabalho, escola, consultas e lazer. Quando a rede falha, o custo aparece em horas perdidas, renda menor e menos acesso à cidade.

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Mobilidade urbana não se resume a abrir avenidas. Um sistema eficiente depende de linhas frequentes, integração entre ônibus e metrô, pontos seguros, informação em tempo real e veículos acessíveis para pessoas com deficiência.

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A tarifa é outro ponto-chave. Preço alto pesa mais para quem recebe menos e precisa fazer várias conexões. Debater subsídios com transparência pode ajudar a equilibrar a conta sem transferir todo o custo aos passageiros.

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Também há a questão ambiental: ônibus mais novos, elétricos ou de baixa emissão reduzem poluição e ruído. Mas a troca da frota precisa vir acompanhada de planejamento, infraestrutura e fiscalização dos contratos.

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O debate entre Kalil e Roscoe mostra que promessas sobre transporte precisam ser traduzidas em metas verificáveis: tempo de espera, cobertura dos bairros, acessibilidade, qualidade dos veículos e prestação de contas.

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No fim, discutir mobilidade é discutir o direito de chegar. Uma cidade funciona melhor quando o deslocamento não consome uma parte desproporcional do dia — nem do salário — de quem a mantém em movimento.

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