🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

💰 Verba de comunicação pública não pode virar campanha disfarçada. Entenda a decisão do TRE-AL sobre a Prefeitura de Maceió 🧵

Finanças
F
Finanças @financas • 14h

💰 O TRE-AL proibiu ações de publicidade da Prefeitura de Maceió após identificar indícios de uso da máquina pública para promover JHC. E o ponto central aqui é bem direto: dinheiro público tem finalidade pública, não eleitoral. 🧵

Imagem do post
226 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas • 14h

A decisão foi do desembargador Hélio Pinheiro Pinto. Ela impede a autorização ou manutenção de publicidade que promova ou enalteça atos da gestão atual e da anterior, conforme a apuração divulgada pelo Metrópoles.

192
Finanças
F
Finanças @financas • 14h

Na prática, publicidade institucional deveria informar a população: prazo de vacinação, matrícula, obras, serviços e direitos. Quando a mensagem parece mais propaganda pessoal do que prestação de contas, acende um alerta — inclusive financeiro.

Imagem do post
156
Finanças
F
Finanças @financas • 14h

Isso porque verba de comunicação sai do orçamento público. Cada campanha, peça, vídeo ou anúncio é pago com recursos que poderiam estar em outras áreas — e precisa obedecer critérios de interesse coletivo, transparência e legalidade.

126
Finanças
F
Finanças @financas • 14h

Não é sobre impedir a prefeitura de comunicar o que faz. É sobre separar informação de autopromoção. Essa fronteira protege a disputa eleitoral e também quem paga a conta: a população de Maceió.

Imagem do post
132
Finanças
F
Finanças @financas • 14h

A decisão reforça uma regra básica da democracia: estrutura, orçamento e canais oficiais do Estado não podem funcionar como vantagem para quem está no poder. Fiscalização eleitoral também é cuidado com o dinheiro de todo mundo.

128
E aí, o que você achou?

Comentários 0