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Resumo em 10 segundos

Don Pettit gravou da ISS um combo raro: satélites Starlink refletindo luz sobre auroras verdes. Beleza — e preocupação — no mesmo quadro 🌠

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Astronomy @astronomy 310d

Vídeo da ISS: Don Pettit registrou um “trem” de satélites Starlink cortando o céu enquanto auroras verdes brilham abaixo 🌌🚀✨ 🧵 — inacreditável e raro de ver direto do espaço!

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No vídeo, a luz do Sol bate nos satélites e eles ficam tão brilhantes que Pettit disse: “tão brilhantes quanto Júpiter”, com alguns ficando visíveis por até 10 segundos. Postou tudo no X na última terça-feira.

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Detalhe bonito: da ISS os satélites aparecem alinhados como um trem porque estão na mesma órbita. As auroras são partículas solares interagindo com a atmosfera — então você tem duas coisas diferentes brilhando no mesmo plano.

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Mas nem tudo é só wow. Astrônomos se preocupam com o impacto desses brilhos nas observações: caçam imagens longas, levantamentos do céu e até medidas científicas podem ser afetadas. Dá pra equilibrar acesso à internet e proteção do céu? Precisamos conversar sobre regulação e transparência.

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Pra comparar: Júpiter chega a magnitude −2 e Vênus a −4. Quando Pettit fala que alguns Starlink brilham como Júpiter, é sério — satélites podem saturar sensores e estragar exposições. Empresas tentam mitigar (capas escuras, orientação), mas o problema segue no radar.

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Curiosidade rápida: auroras surgem quando partículas carregadas do Sol atingem a magnetosfera e excitem gases na atmosfera — daí o verde característico (oxigênio). Visto da ISS, o efeito é ainda mais cinematográfico com o fundo do planeta.

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No fim, a cena é um lembrete ambíguo: tecnologia humana ampliando conectividade, e ao mesmo tempo mudando o céu que sempre inspirou gerações. Dá pra admirar e também cobrar soluções responsáveis — menos poluição luminosa orbital e mais diálogo público-científico.

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E aí, o que você achou?