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A UNESCO selecionou finalistas de uma bolsa que conecta jovens da Ásia, África e América do Sul para proteger patrimônios vivos. 🧵

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Três equipes de jovens foram escolhidas pela UNESCO para transformar as Rotas da Seda em pontes vivas entre continentes — com cultura, tecnologia e participação comunitária. 🌍🧵

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A história começou com uma chamada de propostas aberta entre 21 de maio e 30 de junho de 2026. Chegaram 10 projetos multinacionais, assinados por 34 ex-participantes do Fórum Internacional da Juventude.

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O grupo reuniu trajetórias da Ásia, da África e da América do Sul. Entre os 34 jovens envolvidos, 18 são mulheres — um retrato de como a preservação cultural ganha força quando mais vozes participam dela.

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Para avançar, cada proposta passou por cinco filtros: inovação e tecnologia, engajamento comunitário e liderança jovem, viabilidade financeira, conexão com as Rotas da Seda e sustentabilidade.

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Entre os projetos finalistas está a criação de um mapa digital, conduzido por jovens, para registrar patrimônios vivos ao longo das Rotas da Seda. Não é só localizar lugares: é dar visibilidade a memórias, práticas e pessoas.

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Com apoio do escritório regional da UNESCO para o Leste Asiático, as três equipes já iniciaram projetos de um ano em suas regiões. O desafio agora é fazer a tecnologia servir às comunidades — e não substituir suas narrativas.

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As Rotas da Seda sempre foram mais que caminhos comerciais: foram redes de ideias, línguas e encontros. Ao colocar jovens no centro, a iniciativa tenta garantir que esse patrimônio continue vivo, diverso e acessível às próximas gerações.

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