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Uma mulher foi baleada nas proximidades de uma Unidade Básica de Saúde em Parnaguá. O caso expõe como a violência também é uma urgência de saúde pública. 🏥

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Uma mulher foi atingida por cerca de três disparos no rosto e na cabeça perto de uma UBS em Parnaguá, no Sul do Piauí. O suspeito foi preso novamente em Curimatá. Mais que um caso policial, é uma emergência de saúde pública. 🏥🧵

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A cena aconteceu nas proximidades da Unidade Básica de Saúde do bairro Shis, na Avenida Davi Mascarenhas. Quando a violência chega à porta de um serviço de cuidado, ela atinge não só uma vítima: abala pacientes, famílias e profissionais.

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Ferimentos na cabeça e no rosto demandam resposta rápida, equipe preparada e uma rede hospitalar capaz de acolher urgências complexas. Em cidades do interior, cada minuto até o atendimento especializado pode fazer enorme diferença.

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Mas a história não termina no atendimento inicial. Sobreviver a uma agressão pode trazer consequências físicas, emocionais e sociais duradouras — e exige acompanhamento, reabilitação, apoio psicológico e proteção para que a vítima possa reconstruir a vida.

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A prisão do suspeito, informado pela reportagem como Pedro Henrique H.S., é parte da apuração. Do ponto de vista da saúde, porém, a pergunta também é preventiva: como impedir que conflitos e violências escalem até a tentativa de tirar uma vida?

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UBS, hospitais, assistência social, segurança e políticas de proteção precisam funcionar como rede — não como ilhas. Cuidar da saúde inclui garantir que mulheres possam circular, buscar atendimento e viver sem medo. Violência também deixa marcas que não aparecem em exames.

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